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PRESIDENTE KENNEDY MOTO CLUBE DE TRILHA, ENDUROS, MOTO VELOCIDADE, VELOCROSS, MOTOCROSS E MOTOCICLISMO DE ESTRADEIRAS.
PKES MOTO CLUBE
Objetivo do Blog; Educativo, Ressocialização, retirando os Jovens das manobras de motociclismo das ruas, levando-os para motodromos legalizado pela Federação, a competição, esporte profissional ou amador, retirando-os do risco do envolvimento com drogas, e da marginalização. Acreditamos na Educação com Evangelho, Esporte e cultura. Moyses Alves dos Santos de Almeida
domingo, 10 de agosto de 2014
domingo, 27 de julho de 2014
sábado, 12 de julho de 2014
As alegrias de um aposentado
João Baptista Herkenhoff
Algumas pessoas celebram felizes a aposentadoria. Outras a recebem com um certo sofrimento. De minha parte tive uma sensação de vazio quando me aposentei.
Juiz aposentado, professor aposentado? Isto não é profissão. A condição de aposentado não desmerece ninguém. Contudo não define uma profissão.
Certo dia veio a inspiração e eu me autodefini: sou um Professor itinerante. E é isso que tenho feito. Ministro seminários e profiro palestras pelo Brasil afora.
Se o aposentado sentir-se feliz, sorvendo simplesmente a aposentadoria, essa atitude não merece qualquer reparo. Ele fez jus ao que se chama ócio com dignidade (otium cum dignitate).
O pedagogo tcheco Comenius ensina:
“No ócio, paramos para pensar. Paramos externamente para correr no labirinto do autoconhecimento. Não se trata de perder o tempo, mas de penetrar no tempo para mergulhar no essencial.”
Se quem se aposentou deve desfrutar da aposentadoria serenamente, numa situação inversa a aposentadoria não tem de marcar, obrigatoriamente, um encerramento de atividades.
O aposentado tem experiência e pode transmitir experiência, o que resulta num benefício para a sociedade.
Triste é constatar que, em algumas situações, a aposentadoria é insuficiente para os gastos da pessoa e de sua família obrigando o aposentado a trabalhar para complementar o parco benefício que lhe é pago. Nestas hipóteses, estamos diante de um grande desrespeito à dignidade da pessoa humana.
Se alguma diferença devesse ser estabelecida entre ativos e inativos seria para aquinhoar com favorecimento os inativos, uma vez que a idade provecta cria gastos com saúde que normalmente não alcançam os servidores mais jovens.
No meu caso não continuei trabalhando para suplementar renda, mas sim para atender um apelo existencial.
Gosto de viajar, alegra-me conhecer lugares e pessoas, minha mulher também gosta e aí vamos nós desbravando o Brasil.
João Baptista Herkenhoff, 78 anos, é Professor e Juiz aposentado, palestrante e escritor. Reside em Vitória. Autor do livro Filosofia do Direito (GZ Editora, Rio de Janeiro).
E-mail: jbherkenhoff@uol.com.
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domingo, 15 de junho de 2014
Para a coluna de
CARTAS DOS LEITORES
As vaias à
Presidente da República, na abertura da Copa do Mundo, desenharam um espetáculo
degradante.
Considero absolutamente
legítimo não apoiar a Presidente.
Na Democracia
todas as opiniões devem ser respeitadas.
Entretanto, vaiar
com palavrões, que revelaram a falta de educação dos que vaiavam, só contribuiu
para envergonhar o Brasil.
O episódio pode
levar os que visitam nosso país a uma conclusão equivocada.
Podem supor que
aquela gente que vaiava e xingava seja o espelho da populacão do país.
Na verdade,
trata-se de uma suposta elite que conseguiu comprar ou ganhar ingressos para
entrar no recinto.
São pessoas que
têm dinheiro, mas dinheiro não compra educação.
Educação vem do
berço.
Do lar humilde do
trabalhador honesto brotam seres humanos educados e respeitadores.
Do palacete do
rico sem princípios nascem indivíduos destinados ao consumo de drogas caras, à
prática dos crimes de colarinho branco e à falta de compostura para viver em
sociedade.
Vitória, 14 de
junho de 2014.
João Baptista
Herkenhoff, Juiz de Direito aposentado, Livre-Docente da Universidade Federal
do Espírito Santo, palestrante e escritor.
E-mail:
jbherkenhoff@uol.com.br
Homepage em
construção
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/sábado, 17 de maio de 2014
Cidade, morada dos homens
A cidade é a morada de grande parte
dos seres humanos, neste novo milênio. Mas a cidade não é uma entidade
abstrata, fora do conflito de classes e alheia às injustiças estruturais que
massacram grande parte da humanidade.
Não existem grandes problemas na
cidade para os que podem habitar uma residência condigna, locomover-se de carro
ou em transporte coletivo de qualidade, ter acesso aos serviços essenciais –
educação, saúde etc.
O problema das cidades é o problema
dos que são excluídos da cidade.
A cidade é a síntese das negações de
humanismo que, escandalosamente, dão a tônica do nosso tempo. O advérbio “escandalosamente” não está neste
texto por acaso. A situação de escândalo
ocorre porque a humanidade alcançou padrões de tecnologia que poderiam
assegurar a todos os seres humanos, sem exceção, o direito de reclinar a cabeça
num leito, ao final de cada dia, habitando uma morada digna da grandeza
infinita do homem.
Quem está fora da cidade? Quem foi expulso dos espaços nobres ou de
razoável conforto para as periferias longínquas? Quem convive com o lixo e vive
do lixo?
São pessoas sem nome e sem face, com
direitos negados, marginalizadas, embora portadoras da mesma substância
espiritual que nos irmana a todos.
Milhões de crianças estão abandonadas
nos guetos das grandes cidades do mundo, especialmente no Hemisfério Sul.
Essa anomalia acontece, não obstante
afirme a “Declaração Universal dos Direitos da Criança” que a criança, por falta de maturidade física e mental,
necessita de proteção e cuidados especiais, inclusive a devida proteção da lei,
tanto antes do nascimento, quanto depois, a fim de que possa desfrutar dos
direitos inerentes ao ser humano e inerentes a ela, criança.
Qualquer estudo estatístico que se
faça vai revelar presença maior de mulheres do que de homens, nas favelas. Uma
simples visita a elas estampa, ao vivo, essa realidade. Isto porque, além de todas as desigualdades vigentes,
pesa sobre a mulher discriminações específicas.
No entanto, a Assembléia Geral das
Nações Unidas, em declaração solene aprovada no dia 7 de novembro de 1967,
afirma que a discriminação contra a mulher,
a limitação de seus direitos, o não reconhecimento de sua igualdade com
o homem, tudo isso é fundamentalmente injusto e constitui uma ofensa à
dignidade humana.
Também as discriminações raciais
desenham o quadro geográfico de uma cidade.
Exceções à parte, não se reserva aos brancos o pior espaço urbano
Não obstante a brutal realidade da
exclusão pela raça, a Conferência Geral da UNESCO aprovou, em 27 de novembro de
1978, uma "Declaração sobre a raça e os preconceitos raciais".
No seu primeiro artigo, essa
Declaração diz que todos os seres humanos pertencem à mesma espécie e têm a
mesma origem. Nascem iguais em dignidade
e direitos e formam parte integrante da Humanidade.
Todos os indivíduos e grupos, -
prossegue a Declaração da UNESCO, - têm direito às suas diferenças. Mas o direito à diferença e à diversidade não
pode, em caso algum, servir de pretexto a preconceitos raciais, nem pode
legitimar qualquer prática discriminatória.
Ainda são habitantes preferenciais dos
lugares imprestáveis, no conjunto do espaço urbano, outras espécies de
oprimidos e marginalizados:
a -
o apátrida, o refugiado, o que vive em terra estranha, o migrante;
b -
os portadores de retardamento mental;
c -
os portadores de deficiências em geral.
O fenômeno da exclusão não é casual,
nem resulta de uma suposta seleção que um caduco darwinismo social teima em
sustentar ainda hoje.
O fenômeno da exclusão resulta do
aniquilamento do Direito, da negação da Justiça, da desumanização das condutas,
do esmagamento da Ética.
João
Baptista Herkenhoff, 77 anos, palestrante Brasil afora e escritor. Autor do
livro Escontro do Direito com a Poesia –
crônicas e escritos leves (GZ Editora, Rio de Janeiro, 2010).
E-mail:
jbherkenhoff@uol.com.br
Homepage:
www.jbherkenhoff.com.br
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/ 2197242784380520
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Gesto profético
Um trabalhador foi assassinado em Vitória, fato que já não é notícia, nestes tempos de violência institucionalizada, que vitima principalmente as classes populares.
Notícia de grande repercussão foi o que aconteceu depois.
O homicídio do trabalhador ocorreu na Rodovia Serafim Derenzi, na altura do Bairro Conquista, na Grande São Pedro. O corpo do operário estava estendido na estrada.
Justo naquele momento passava pelo local uma procissão que deveria terminar na igreja paroquial para que então fosse celebrada a Missa do Domingo de Ramos.
Entretanto, o pároco local – Padre Kelder José Brandão Figueira, interrompendo a procissão, decidiu celebrar a Missa na estrada mesmo, ao lado do corpo, para solidarizar-se com a família do pedreiro e, ao mesmo tempo, denunciar a injustiça social causadora de um fato chocante como aquele.
Quando tomei conhecimento do gesto do Padre Kelder, fui tomado de grande emoção, emoção ainda mais forte porque o padre foi meu aluno no Curso de Direito da UFES.
Como reduzi, por questões de saúde, as saídas de casa e a consequente comunicação face a face, a internet vem me socorrendo na necessidade de manifestar sentimentos.
A respeito do episódio que envolveu o Padre Kelder, mandei dezenas de e-mails para pessoas amigas e recebi a devida resposta às mensagens remetidas.
Uma das missivistas – Maria José, cujo nome completo omito por não ter autorização dela para fazer o registro, ponderou com acerto que se o Padre não tivesse interrompido a procissão, ocorreria a repetição da Parábola do Bom Samaritano, bastante conhecida mas que cabe recapitular neste artigo.
Um homem descia de Jerusalém em direção a Jericó, mas caiu nas mãos de salteadores que o despiram e espancaram. Passou pelo caminho um sacerdote e nada fez. Passou um levita e fechou os olhos. Finalmente um samaritano teve compaixão, debruçou-se sobre o desconhecido e tratou-lhe as feridas. (Evangelho segundo Lucas, capítulo 10, versículos 30 a 37).
Os tempos de hoje demandam a Profecia. Não afinam com os desafios do presente os discursos frios, impessoais, supostamente neutros, supostamente apolíticos, que agradam a gregos e troianos, bem comportados, antenados com o sistema.
Parabéns ao Padre Kelder por seu gesto profético!
Bastava ter tido este aluno, bastava ter cruzado meu caminho com o caminho deste padre samaritano para ter valido a pena ter sido professor na UFES.
João Baptista Herkenhoff é juiz de Direito aposentado, Livre-Docente da Universidade Federal do Espírito Santo e escritor.
E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/ 2197242784380520
É livre a divulgação deste artigo, por qualquer meio ou veículo, inclusive através da transmissão de pessoa para pessoa.
terça-feira, 13 de maio de 2014
Show na pista abre Rondoniense de Velocross 2014
Terça-Feira, 13 de Maio de 2014 / 08:25
Numa
das mais grandes festas do esporte , a cidade de Ministro Andreazza foi
palco no último fim de semana da etapa de abertura do Campeonato
Rondoniense de Velocross 2014. A prova que contou com um recorde de
participação, com 113 motos inscritas nas cinco categorias disputados,
teve como destaques individuais os pilotos Osmar Canale # 68 (campeão da
MX4), Marcos Cesar # 2 (campeão da MX3), Diego Henning # 169 ( campeão
da Força Livre Importadas) e ainda Fabrício Moreira # 50 que venceu nas
categorias 150cc e Força Livre Nacional.
O grande número de
público presente no evento do último fim de semana, provou mais uma vez
que o motociclismo (Velocross e Motocross) é o esporte da família, onde
pais, mães, irmãos e amigos marcam presença, prestigiando os pilotos a
cada corrida. A prova que aconteceu no domingo do “Dia das Mães”, reuniu
inúmeras pessoas em torno da pista construído no espaço anexo ao Parque
de Exposições de Ministro Andreazza. Para o Prefeito Neuri Persch,
parceiro da Federação de Motociclismo de Rondônia – FMR na realização do
evento, a prova superou a expectativas e deve entrar para o calendário
do município.
Osmar Canale dita o ritmo da MX4
De volta as provas,
após uma temporada inativa, o piloto Osmar Canale # 68 de Colorado do
Oeste, agora estreante na categoria MX4 mostrou que continua acelerando
forte e não deu chances aos seus concorrentes. Na primeira bateria,
Canale largou forte e chegou a abrir boa vantagem para seus
concorrentes, que em momento algum o ameaçaram. Já na segunda bateria,
com a pista bastante encharcada, Osmar Canale não deixou por menos e
acelerou forte para liderar novamente de início ao fim. Canele venceu a
prova com Sérgio Luiz # 33 na segunda posição, Itanel # 41 em terceiro,
Amarildo José # 2 na quarta posição e Mário Hugo # 44 completando o
pódio da VX4.
Marquinhos é o mais rápido da categoria VX3
Correndo em paralelo a
categoria MX4, os pilotos com idade entre 35 e 40 anos, integrantes da
MX3 fizeram uma disputa bastante acirrada, principalmente nas primeiras
posições, onde Marcos César # 2 de Vilhena e Eder Stenzil # 3, de Porto
Velho,. Travaram uma disputa volta a volta. Na primeira bateria,
Marquinhos conseguiu ser mais veloz e cruzou a linha de chegada em
primeiro da categoria. Contudo na segunda bateria, Eder Ztenzil,
imprimiu ritmo forte e garantiu a primeira colocação. Como não teve bom
desempenho na bateria anterior, ficou com a segunda posição, enquanto
Marcos César garantiu o ponto mais alto do pódio. Jeferson Lins # 7, de
Espigão do Oeste, Donizette de Brito # 19 de Jaru e Aparecido Neves #
91, de Alta Floresta completaram as cinco primeiras posições.
Fabrício Moreira leva troféus na Força Livre e 150cc
Provando estar em
grande fase e com uma equipe estruturada, o piloto Fabrício Moreira # 50
da cidade de Porto Velho foi uma das atrações da abertura do Velocross
em Ministro Andreazza. Participando da prova em duas categorias
simultâneas, Fabrício Moreira cativou o público com seu ritmo arrojado
de pilotagem, vencendo com folga as duas baterias da categoria 150cc,
onde garantiu a liderança isolada, com Rogério Aparecido # 172, de Alta
Floresta na segunda colocação. Alan Pedro # 47 de Cacoal em terceiro,
Rodrigo Biancheto # 847, de Vilhena em quatro e Juliano Correa # 22, na
quinta posição. Já na categoria Força Livre Nacional, Fabrício Moreira
teve uma batalha acirrada com Maycon dos Santos # 22, da cidade de
Vilhena e Fábio Knack # 7, de Seringueiras. Contudo, Fabinho teve
problemas e não conseguiu imprimir o mesmo ritmo dos adversários. Apesar
de disputar quatro categorias, três com a pista pesada, Fabrício
Moreira não deixou por menos e garantiu o lugar mais alto do pódio
também na Força Livre Nacional, com Maycon dos Santos em segundo,
Hemerson Bernardi #101, de Vilhena em terceiro, Wellington Mello # 3 de
Colorado do Oeste em quatro e completando o podio, Patrick Fabris # 114,
de Cacoal.
Diego Henning mantém regularidade e vence na Importadas
De volta as pistas de
Rondônia, o jovem Diego Henning # 169, de Porto Velho, que em na última
temporada fez parte do time Honda Brasil de MX, mostrou mais uma vez sua
grande performance no Velocross, andando num ritmo intenso, numa
disputa das mais fortes com o aguerrido Victor Carlos # 4, de Cacoal. Na
primeira bateria, Diego Henning largou na ponta e puxou a fila até ser
alcançado por Vitim, que venceu a primeira bateria, com Diego em
segundo, Pedro Tozzo # 38 de Vilhena em terceiro e Walcenir Montes #
102, de Rolim de Moura na quarta posição. Porém na segunda bateria,a
situação se inverteu. Depois de largar na ponta com Vitim na sua cola,
Diego respirou um pouco quando o adversário ferrenho perdeu o traçado e
várias posições. No entanto, Walcenir Montes, o “Leitão” que também veio
para a briga, aproveitou-se derrapada de Diego para assumir a ponta e
terminar a prova em primeiro. Com a média de pontos, Diego Henning ficou
em primeiro lugar no pódio, com Leitão em segundo, Pedro Tozzo em
terceiro Vitim em quatro e Jackson Bernardino # 178, de Vilhena na
quinta posição.
Para a 1ª Etapa do Campeonato Rondoniense de Velocross
2014 a Federação de Motociclismo de Rondônia – FMR contou com a
importante parceria da prefeitura de Ministro Andreazza, através de
esforços do prefeito Neuri Persch, apoio Governo de Rondônia, Honda do
Brasil, senador Valdir Raupp, deputados federais Marinha Raupp, Moreira
Mendes e Nilton Capixaba, deputados estaduais Maurão de Carvalho,
Edvaldo Soares, Glaicione Rodrigues,Valdivino Tucura, Kaká Mendonça,
Jean de Oliveira e Neodi Carlos.
Resultado geral da 1ª Etapa do Rondoniense Velocross 2014
Categoria VX4
1º - # 68 – Osmar Canale – Colorado do Oeste
2º - # 33 – Sérgio Luiz – Rolim de Moura
3º - # 41- Itanel Venturino – Espigão do Oeste
4º - # 2 –Amarildo José – Espigão do Oeste
5º - # 44 –Mário Hugo -Vilhena
Categoria VX3
1º # 2 – Marcos César - Vilhena
2º # 3 – Eder Stenzil – Porto Velho
3º # 7 – Jeferson Lins – Espigão do Oeste
4º # 19 – Donizette de Brito - Jaru
5º # 91 – Aparecido Neves – Alta Floresta
Categoria 150CC
1º # 50 – Fabrício Moreira – Porto Velho
2º # 172 – Rogério Aparecido – Alta Floresta do Oeste
3º # 47 – Alan Pedro - Cacoal
4º # 847 – Rodrigo Biancheto - Vilhena
5º # 22 – Juliano Correia – Espigão do Oeste
Força Livre Nacional
1º # 50 – Fabrício Moreira – Porto Velho
2º # 22 – Maycon dos Santos - Vilhena
3º # 101 – Hemerson Bernardi – Vilhena
4º # 3 - Wellington Mello – Colorado do Oeste
5º # 114 – Patrick Fabris - Cacoal
VX Especial Importadas
1º # 169 – Diego Henning - Porto Velho
2º # 102 – Walcenir Montes – Rolim de Moura
3º # 38 – Pedro Tozzo - Vilhena
4º # 4 – Victor Carlos - Cacoal
5º # 187 –Jackson Bernardino - Vilhena
Fonte: FMR
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