PKES MOTO CLUBE

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Objetivo do Blog; Educativo, Ressocialização, retirando os Jovens das manobras de motociclismo das ruas, levando-os para motodromos legalizado pela Federação, a competição, esporte profissional ou amador, retirando-os do risco do envolvimento com drogas, e da marginalização. Acreditamos na Educação com Evangelho, Esporte e cultura. Moyses Alves dos Santos de Almeida

domingo, 10 de agosto de 2014

Pista de Urupá pronta para receber Etapa do Velocross

Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014 / 17:48
Fonte: FMRNo próximo fim de semana, as máquinas voltam a roncar forte, com a realização da terceira etapa do Campeonato Rondoniense de Velocross 2014. A prova que começa no sábado (26) com os treinos livres e segue por todo o domingo (27), vai acontecer na nova pista da cidade de Urupá. Nos dias que antecedem o aguardado evento, a cidade já tem sua rotina alterada, com a grande movimentação do público amante da velocidade, que chegam de todas as regiões do estado para a prova.
Uma equipe técnica da Federação de Motociclismo de Rondônia – FMR já se encontra no local da festa trabalhando na montagem das estruturas para receber o grande público e pilotos esperados para a prova. No espaço, serão montado arquibancadas móvel para abrigar cerca de 2 mil pessoas sentadas, camarote vip, tendas, bainheiros químicos, alambrados para o isolamento da área de competição, entre outros, além de um aconchegante e arborizado local destinado para os box.
Com o objetivo de proporcionar uma disputa forte, mas preservando a segurança dos pilotos, a nova pista medindo 850 metros de extensão, possui um traçado bastante arrojado, considerado de velocidade mídia a alta. O palco que já está pronto, nos últimos dias tem recebido um grande número de pilotos da região, que comparecem para treinar na busca de um melhor condicionamento e ajuste de suas motos.
O campeonato Estadual de Velocross 2014, depois de duas etapas até aqui realizadas, conta com vários pilotos tecnicamente empatados na pontuação, em cada uma das categorias disputadas. A prova do próximo fim de semana na cidade de Urupá, promete esquentar ainda mais a briga pelas primeiras posições. Os pilotos que ocupam a ponta da tabela, prometem total empenho para se manter à frente.
Para a terceira etapa do Campeonato Rondoniense de Velocross, a Federação de Motociclismo de Rondônia – FMR conta com a parceria com o Grupo de Trilheiros Pé na Estrada, apoio Honda do Brasil e Governo de Rondônia, através da Secretaria Estadual de Cultura Esporte e Lazer – Secel.

Agrolândia sedia a terceira etapa do Campeonato Catarinense de Velocross

27 de julho de 20140
Evento acontece neste fim de semana com liderança de Luiz Zimmermann nas duas principais categorias: VX1 e VX2
O Campeonato Catarinense de Velocross desembarca neste final de semana na cidade de Agrolândia, na microrregião de Rio do Sul. Localizada a aproximadamente 270km da capital catarinense, a cidade que tem como sua principal atividade econômica a agropecuária abre espaço para os principais pilotos de Santa Catarina e região sul do país acelerarem fundo.
Líder nas duas principais categorias do Velocross Catarinense – VX1 e VX2 – Luiz Zimmermann não tem vida fácil no Campeonato. Na VX1, Luciano Oliveira soma 45 pontos, dois a menos que o primeiro colocado, e após vitória na segunda etapa da competição, disputada em Agronômica, tem pequena margem de diferença pro líder.
Na VX2 a vantagem de Luis é um pouco maior, oito pontos para Lucas Gadotti, mas nada que lhe garanta tranquilidade neste evento.
No total serão quinze categorias em disputa durante as disputas da 3ª etapa: VX1, VX2, VX3, Intermediária Especial, Nacional Força Livre, 300cc 4T, Nacional VX3, Nacional VX4, 230cc 4T, Estreante 230cc 4T, Nacional 150cc 4T, 65cc, 85cc, Mini-Motos A e Mini-Motos B.
O Catarinense de Velocross neste final de semana acontecerá no Parque Municipal de Exposições fazendo parte da FECOL – Feira da Colheita.
A próxima etapa, marcada para Blumenau, também já está confirmada para os dias 6 e 7 de setembro, no Motódromo Tatutiba.
A terceira etapa do Catarinense de Velocross conta com a organização da Prefeitura Municipal de Agrolândia. O Campeonato Catarinense de Velocross 2014 tem a supervisão da Federação Catarinense de Motociclismo, apoio da Motoshop, Motos Neno Yamaha, TBT Suspensões, Destak Transportes e Grupo Geração
Fonte:  Assessoria de Imprensa FCM
Foto: Gerson Coas

Luis Zimmermann lidera na VX1 e VX2

Etapa promete grandes disputas

domingo, 27 de julho de 2014

As Melhores Músicas Evangélicas Antigas **Hinos Antigos**

sábado, 12 de julho de 2014

As alegrias de um aposentado


 
                      João Baptista Herkenhoff
 
Algumas pessoas celebram felizes a aposentadoria. Outras a recebem com um certo sofrimento. De minha parte tive uma sensação de vazio quando me aposentei.
Juiz aposentado, professor aposentado? Isto não é profissão. A condição de aposentado não desmerece ninguém.  Contudo não define uma profissão.
Certo dia veio a inspiração e eu me autodefini: sou um Professor itinerante. E é isso que tenho feito. Ministro seminários e profiro palestras pelo Brasil afora.
Se o aposentado sentir-se feliz, sorvendo simplesmente a aposentadoria, essa atitude não merece qualquer reparo. Ele fez jus ao que se chama ócio com dignidade (otium cum dignitate).
O pedagogo tcheco Comenius ensina:
“No ócio, paramos para pensar. Paramos externamente para correr no labirinto do autoconhecimento. Não se trata de perder o tempo, mas de penetrar no tempo para mergulhar no essencial.”
Se quem se aposentou deve desfrutar da aposentadoria serenamente, numa situação inversa a aposentadoria não tem de marcar, obrigatoriamente, um encerramento de atividades.
O aposentado tem experiência e pode transmitir experiência, o que resulta num benefício para a sociedade.
Triste é constatar que, em algumas situações, a aposentadoria é insuficiente para os gastos da pessoa e de sua família obrigando o aposentado a trabalhar para complementar o parco benefício que lhe é pago. Nestas hipóteses, estamos diante de um grande desrespeito à dignidade da pessoa humana.
Se alguma diferença devesse ser estabelecida entre ativos e inativos seria para aquinhoar com favorecimento os inativos, uma vez que a idade provecta cria gastos com saúde que normalmente não alcançam os servidores mais jovens.
No meu caso não continuei trabalhando para suplementar renda, mas sim para atender um apelo existencial.
Gosto de viajar, alegra-me conhecer lugares e pessoas, minha mulher também gosta e aí vamos nós desbravando o Brasil.

João Baptista Herkenhoff, 78 anos, é Professor e Juiz aposentado, palestrante e escritor. Reside em Vitória. Autor do livro Filosofia do Direito (GZ Editora, Rio de Janeiro).

Resposta rápida
Para: João Baptista Herkenhoff <jbherkenhoff@uol.com.br>
     

domingo, 15 de junho de 2014

Para a coluna de CARTAS DOS LEITORES
 
As vaias à Presidente da República, na abertura da Copa do Mundo, desenharam um espetáculo degradante.
Considero absolutamente legítimo não apoiar a Presidente.
Na Democracia todas as opiniões devem ser respeitadas.
Entretanto, vaiar com palavrões, que revelaram a falta de educação dos que vaiavam, só contribuiu para envergonhar o Brasil.
O episódio pode levar os que visitam nosso país a uma conclusão equivocada.
Podem supor que aquela gente que vaiava e xingava seja o espelho da populacão do país.
Na verdade, trata-se de uma suposta elite que conseguiu comprar ou ganhar ingressos para entrar no recinto.
São pessoas que têm dinheiro, mas dinheiro não compra educação.
Educação vem do berço.
Do lar humilde do trabalhador honesto brotam seres humanos educados e respeitadores.
Do palacete do rico sem princípios nascem indivíduos destinados ao consumo de drogas caras, à prática dos crimes de colarinho branco e à falta de compostura para viver em sociedade.
Vitória, 14 de junho de 2014.
João Baptista Herkenhoff, Juiz de Direito aposentado, Livre-Docente da Universidade Federal do Espírito Santo, palestrante e escritor.
Homepage em construção
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/2197242784380520

sábado, 17 de maio de 2014

Cidade, morada dos homens

 
                                                          João Baptista Herkenhoff
 
          A cidade é a morada de grande parte dos seres humanos, neste novo milênio. Mas a cidade não é uma entidade abstrata, fora do conflito de classes e alheia às injustiças estruturais que massacram grande parte da humanidade.
          Não existem grandes problemas na cidade para os que podem habitar uma residência condigna, locomover-se de carro ou em transporte coletivo de qualidade, ter acesso aos serviços essenciais – educação, saúde etc.
          O problema das cidades é o problema dos que são excluídos da cidade.
          A cidade é a síntese das negações de humanismo que, escandalosamente, dão a tônica do nosso tempo.  O advérbio “escandalosamente” não está neste texto por acaso.  A situação de escândalo ocorre porque a humanidade alcançou padrões de tecnologia que poderiam assegurar a todos os seres humanos, sem exceção, o direito de reclinar a cabeça num leito, ao final de cada dia, habitando uma morada digna da grandeza infinita do homem.
          Quem está fora da cidade?  Quem foi expulso dos espaços nobres ou de razoável conforto para as periferias longínquas? Quem convive com o lixo e vive do lixo?
          São pessoas sem nome e sem face, com direitos negados, marginalizadas, embora portadoras da mesma substância espiritual que nos irmana a todos.
          Milhões de crianças estão abandonadas nos guetos das grandes cidades do mundo, especialmente no Hemisfério Sul.
          Essa anomalia acontece, não obstante afirme a “Declaração Universal dos Direitos da Criança” que a criança,  por falta de maturidade física e mental, necessita de proteção e cuidados especiais, inclusive a devida proteção da lei, tanto antes do nascimento, quanto depois, a fim de que possa desfrutar dos direitos inerentes ao ser humano e inerentes a ela, criança.
          Qualquer estudo estatístico que se faça vai revelar presença maior de mulheres do que de homens, nas favelas. Uma simples visita a elas estampa, ao vivo, essa realidade.  Isto porque, além de todas as desigualdades vigentes, pesa sobre a mulher discriminações específicas.
          No entanto, a Assembléia Geral das Nações Unidas, em declaração solene aprovada no dia 7 de novembro de 1967, afirma que a discriminação contra a mulher,  a limitação de seus direitos, o não reconhecimento de sua igualdade com o homem, tudo isso é fundamentalmente injusto e constitui uma ofensa à dignidade humana.
          Também as discriminações raciais desenham o quadro geográfico de uma cidade.  Exceções à parte, não se reserva aos brancos o pior espaço urbano
          Não obstante a brutal realidade da exclusão pela raça, a Conferência Geral da UNESCO aprovou, em 27 de novembro de 1978, uma "Declaração sobre a raça e os preconceitos raciais". 
          No seu primeiro artigo, essa Declaração diz que todos os seres humanos pertencem à mesma espécie e têm a mesma origem.  Nascem iguais em dignidade e direitos e formam parte integrante da Humanidade. 
          Todos os indivíduos e grupos, - prossegue a Declaração da UNESCO, - têm direito às suas diferenças.  Mas o direito à diferença e à diversidade não pode, em caso algum, servir de pretexto a preconceitos raciais, nem pode legitimar qualquer prática discriminatória.
          Ainda são habitantes preferenciais dos lugares imprestáveis, no conjunto do espaço urbano, outras espécies de oprimidos e marginalizados:
          a -  o apátrida, o refugiado, o que vive em terra estranha, o migrante;
          b -  os portadores de retardamento mental;
          c -  os portadores de deficiências em geral.
          O fenômeno da exclusão não é casual, nem resulta de uma suposta seleção que um caduco darwinismo social teima em sustentar ainda hoje.
          O fenômeno da exclusão resulta do aniquilamento do Direito, da negação da Justiça, da desumanização das condutas, do esmagamento da Ética.
 
João Baptista Herkenhoff, 77 anos, palestrante Brasil afora e escritor. Autor do livro Escontro do Direito com a Poesia – crônicas e escritos leves (GZ Editora, Rio de Janeiro, 2010).
 
É livre a divulgação ou reprodução deste texto, por qualquer meio ou veículo, inclusive através da transmissão de pessoa para pessoa.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Gesto profético


                                                          João Baptista Herkenhoff
          Um trabalhador foi assassinado em Vitória, fato que já não é notícia, nestes tempos de violência institucionalizada, que vitima principalmente as classes populares.
          Notícia de grande repercussão foi o que aconteceu depois.
          O homicídio do trabalhador ocorreu na Rodovia Serafim Derenzi, na altura do Bairro Conquista, na Grande São Pedro. O corpo do operário estava estendido na estrada.
          Justo naquele momento passava pelo local uma procissão que deveria terminar na igreja paroquial para que então fosse celebrada a Missa do Domingo de Ramos.
          Entretanto, o pároco local – Padre Kelder José Brandão Figueira, interrompendo a procissão, decidiu celebrar a Missa na estrada mesmo, ao lado do corpo, para solidarizar-se com a família do pedreiro e, ao mesmo tempo, denunciar a injustiça social causadora de um fato chocante como aquele.
          Quando tomei conhecimento do gesto do Padre Kelder, fui tomado de grande emoção, emoção ainda mais forte porque o padre foi meu aluno no Curso de Direito da UFES.
Como reduzi, por questões de saúde, as saídas de casa e a consequente comunicação face a face, a internet vem me socorrendo na necessidade de manifestar sentimentos.
A respeito do episódio que envolveu o Padre Kelder, mandei dezenas de e-mails para pessoas amigas e recebi a devida resposta às mensagens remetidas.
Uma das missivistas – Maria José, cujo nome completo omito por não ter autorização dela para fazer o registro, ponderou com acerto que se o Padre não tivesse interrompido a procissão, ocorreria a repetição da Parábola do Bom Samaritano, bastante conhecida mas que cabe recapitular neste artigo.
Um homem descia de Jerusalém em direção a Jericó, mas caiu nas mãos de salteadores que o despiram e espancaram. Passou pelo caminho um sacerdote e nada fez. Passou um levita e fechou os olhos. Finalmente um samaritano teve compaixão, debruçou-se sobre o desconhecido e tratou-lhe as feridas. (Evangelho segundo Lucas, capítulo 10, versículos 30 a 37).
Os tempos de hoje demandam a Profecia. Não afinam com os desafios do presente os discursos frios, impessoais, supostamente neutros, supostamente apolíticos, que agradam a gregos e troianos, bem comportados, antenados com o sistema.
Parabéns ao Padre Kelder por seu gesto profético!
Bastava ter tido este aluno, bastava ter cruzado meu caminho com o caminho deste padre samaritano para ter valido a pena ter sido professor na UFES.
João Baptista Herkenhoff é juiz de Direito aposentado, Livre-Docente da Universidade Federal do Espírito Santo e escritor.
É livre a divulgação deste artigo, por qualquer meio ou veículo, inclusive através da transmissão de pessoa para pessoa.

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